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Cortes implementados pelo governo ameaçam continuidade do trabalho do IFRS

09 de Agosto de 2017

Membro da Frente Parlamentar em Defesa dos Institutos Federais, deputado Pepe Vargas cobra mais investimentos do governo federal


Os cortes orçamentários promovidos pelo governo federal nos Institutos Federais estão deixando os professores e alunos preocupados com o futuro do funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão. Para ajudar a superar essa dificuldade, o deputado federal Pepe Vargas (PT-RS), que integra a Frente Parlamentar em Defesa dos Institutos Federais, visitou nesta segunda-feira (7) o campus de Alvorada do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS).
A visita do deputado Pepe ao campus aconteceu três dias após o Conselho Superior (Consup) do IFRS ter emitido nota à comunidade, manifestando preocupação em relação às dificuldades orçamentárias que a instituição vem enfrentando. Conforme o Conselho, o orçamento aprovado pelo MEC para 2017 aprovado para o IFRS em 2017 foi de R$ 50.762.000, redução de R$ 8 milhões em relação a 2016, mesmo com o aumento de 5.317 estudantes e ampliação das instalações, com abertura de quatro novos campi.
A preocupação dos professores do Campus de Alvorada é com a manutenção dos cursos técnicos do ensino médio integrado (em Meio Ambiente e em Produção de Áudio e Vídeo), do Proeja (Técnico em Cuidados de Idosos), Técnicos Concomitantes (em Processos Fotográficos), Técnicos Subsequentes (em Interpretação de Libras e Processos Fotográficos). “Além das dificuldades com o custeio, a instituição ainda enfrenta problemas, pois precisam fazer investimentos para a construção e quadra de esportes e aquisição de equipamentos para os laboratórios, mas o orçamento foi reduzido”, afirma Pepe, que comprometeu-se a, por meio da Frente Parlamentar reivindicar mais recursos para a unidade.
Além dos cortes, conforme os professores, até o momento não foi liberada a totalidade do orçamento. Apenas 70% do custeio e 40% do investimento. Há promessa de nova liberação ao Longo do segundo semestre, mas não há perspectiva de prazos. A não liberação do limite total do orçamento gera insegurança e não permite o planejamento da Instituição, pois não há garantias que o contingenciamento não permanecerá no segundo semestre. “É uma situação muito difícil para o Instituto, por isso vamos junto à Frente Parlamentar cobrar do governo federal que reveja os cortes para que o instituto continue garantindo a formação profissional e tecnológica de centenas de jovens e ajudando no desenvolvimento do estado do Rio Grande do Sul”, afirma Pepe.

 

Foto: Humberto Valiati/Divulgação

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